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Escola + Fase II: o projeto na primeira pessoa

Marta Gomes, Margarita Oliveira e Elizabete Luís de Nazaré são professoras portuguesas. Através dos seus testemunhos relativos à colaboração no projeto Escola +, Fase II, em São Tomé e Príncipe, ficamos a conhecer um pouco mais sobre este projeto.

“Foi muito gratificante ter integrado este projeto porque percebi, de forma muito mais clara, que é possível sonhar e concretizar! O Projeto Escola + aposta na Educação e, com isso, aposta no futuro! Num futuro que se quer mais equitativo, mais justo! A prioridade é dotar os jovens de ferramentas com as quais sejam capazes de transformar as suas vidas! Os professores são-tomenses são a chave de todo o processo e por isso em conjunto se trabalha de forma árdua e diária, para operacionalizar uma mudança educativa que permita aos jovens são-tomenses estar em pé de igualdade com outros jovens, naqueles que são os desafios do século XXI. Trabalhar neste projeto é nunca baixar os braços, é continuar a ter ideias e energia para fazer mais e melhor! Trabalhar neste projeto foi uma experiência de vida singular!", Marta Gomes.

“Depois de mais de 20 anos de docência em Portugal, com uma situação profissional estável, decidi agarrar a oportunidade de poder dar o meu contributo num projeto de cooperação para o desenvolvimento, algo que desde há muito sentia vontade de fazer! Esse projeto foi o Escola +, onde encontrei uma equipa acolhedora, composta por profissionais competentes, empenhados em fazer um trabalho de qualidade. Nesta breve experiência de nove meses, pude constatar que o Escola + tem um papel basilar na formação dos professores, contribuindo decisivamente para o alargamento e reforço das suas competências científicas e pedagógicas. É um projeto respeitado pela população em geral, e bem aceite pelos professores locais. A satisfação pessoal e profissional que senti, tornaram a minha passagem por São Tomé e Príncipe, e pelo projeto Escola +, uma experiência ímpar que voltaria a repetir!”, Margarita Oliveira.

“A minha participação em ambas as fases do projeto Escola + tem sido uma experiência singular que tem permitido um crescimento profissional e pessoal únicos, difíceis de construir com estas características noutro contexto. O encontro e o relacionamento com pessoas de outra cultura, com uma mundividência diferente, mas igualmente válida, têm-se revelado um desafio constante, mas também têm proporcionado um crescimento interior, possibilitando desmistificar e construir o verdadeiro sentido do que significa ser agente da cooperação no âmbito da educação. Possibilitar a capacitação dos professores em termos científicos e pedagógicas, promover a assimilação da noção de responsabilidade social dos docentes, participar no desenvolvimento do processo de ensino e aprendizagem e na formação dos jovens e futuros cidadãos de um país tem sido tanto o motor, como a recompensa desta caminhada que se vai fazendo todos os dias, com avanços e recuos, mas sempre com a certeza de que é uma iniciativa válida e significativa, que influenciou (e influenciará) o rumo do país.”, Elizabete Luís de Nazaré.

Em São Tomé e Príncipe, a intervenção do IMVF no setor da Educação remonta a 2009, encontrando-se numa segunda fase. O projeto Escola +, Fase II teve início em setembro de 2013 e estender-se-á até agosto de 2017. Apresentado como Projeto Bandeira no Programa Indicativo de Cooperação Portugal (PIC) – São Tomé e Príncipe 2012-2015, este projeto inseriu-se no eixo estratégico “Desenvolvimento Sustentável e Luta Contra a Pobreza” e na área de intervenção “Educação e Serviços Sociais Básicos”, procurando, em particular, contribuir para a melhoria do ensino secundário.

Este projeto é implementado pelo IMVF em estreita parceira com Ministério da Educação, Cultura, Ciência e Comunicação (MECCC) e financiado pelo Camões - Instituto da Cooperação e da Língua, I.P. Saiba mais sobre o projeto aqui.

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O mundo enfrenta hoje grandes desafios. Os Objetivos de Desenvolvimento do Milénio estão apenas parcialmente cumpridos e as ameaças à segurança alimentar, ao fornecimento de energia, bem como as alterações climáticas exigem a mobilização de todos os cidadãos para lutar contra a pobreza.
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