
Dez anos após os acordos de paz, o projeto Caquetá Eco encerra com quatro unidades fabris devidamente equipadas e a funcionar exclusivamente com energia fotovoltaica e lideradas por mulheres empreendedoras que assumem compromissos de valorizar a floresta local e a agricultura familiar. Carlos Callejas, Diretor Executivo da Red Adelco, viajou até Lisboa para em apoio ao IMVF, reunir com o Camões I.P., para a discussão das boas práticas resultantes da ação.
Ao descer a Avenida da Liberdade, a partir da Praça Marquês de Pombal rumo à Praça do Comércio, a importância da ligação de Portugal com a América Latina é afirmada por uma estátua de bronze com 5,5 metros de altura. O retratado é Simón Bolívar (1783-1830), o líder político e militar venezuelano, chefe das revoluções que libertaram a Venezuela, a Colômbia, o Equador, o Panamá, o Peru e a Bolívia do domínio espanhol. O “Libertador” é uma obra do escultor venezuelano Arturo Rus Aguilero. O Diretor Executivo da Red Adelco fotografa o monumento. Veio a Lisboa para se juntar ao seu parceiro português, o IMVF, na reunião de restituição dos resultados do projeto, recentemente terminado, junto da principal entidade financiadora, o Camões – Instituto de Cooperação e da Língua, I.P, a 16 de outubro de 2026, e para um encontro de coordenação com o Instituto Marquês de Valle Flôr (IMVF) no âmbito da preparação do relatório final e, sobretudo, para uma chuva de ideias sobre a fase seguinte: dar continuidade aos investimentos realizados, com maior ligação aos mercados e ao setor privado.
A Red Adelco é uma entidade de carácter privado que reúne as Agências de Desenvolvimento Económico Local (ADEL) da Colômbia. O seu objetivo principal é promover os valores como a corresponsabilidade, a transparência, a co-liderança, o compromisso e a solidariedade. Desde a sua origem, em 2008, tem um propósito claro: representar os interesses das agências de desenvolvimento regionais perante o Governo e as entidades nacionais, um vínculo que permite trabalhar em conjunto para promover o crescimento económico local e contribuir para o fortalecimento do tecido social.
«Entendemos o Desenvolvimento Económico Local como um processo deliberado e dinâmico de transformação local que, sobre a base de uma identidade territorial, o compromisso dos atores envolvidos, o reconhecimento de limitações e potencialidades e o estabelecimento de acordos mínimos, gera apostas económicas sustentáveis para a melhoria dos meios de vida», resume a organização.
O projeto Caquetá Eco foi o veículo que permitiu a aplicação prática desta filosofia. Financiado pelo Camões I.P., através do PROGEA (Programa Plurianual Conjunto de Cooperação para o Desenvolvimento nos Domínios do Ambiente e da Ação Climática 2030), foi implementado pelo IMVF e pela Red Adelco durante 33 meses (1 de janeiro de 2024 e 30 de setembro de 2026). A ação centrou-se em La Montañita, El Paujil e El Doncello, articulando a conservação ambiental, o fortalecimento produtivo, a transformação agroindustrial, a participação das mulheres e a transição energética através de sistemas solares fotovoltaicos. O objetivo foi demonstrar que a bioeconomia amazónica pode gerar rendimentos dignos e reduzir a pressão sobre a floresta.
Tratou-se de uma ação que não partiu do zero, tendo, de facto, sido construída a partir dos alicerces de uma ação anterior o projeto «Territórios Sustentáveis para a Paz em Caquetá», e insere-se numa década de cooperação que, graças ao Caquetá Eco, trouxe as produtoras caquetenhas a Lisboa, a uma missão empresarial e ao Fórum Internacional da Amazónia e Biodiversidade, para estabelecer sinergias com empresas portuguesas do setor agroalimentar e biocosmética.
Nesta conversa, gravada em Lisboa (na sede do IMVF), Callejas fala de cacau, de abelhas, de mulheres que deixaram a guerrilha e do equilibro entre a preservação da biodiversidade e a geração de rendimento para as comunidades a partir da agroecologia.
Afonso Costa/IMVF — Para alguém que não esteja familiarizado com a vossa organização e projeto, como é que descreveria o projeto Caquetá Eco, bem como a atuação da Red Adelco?
Carlos Callejas/Red Adelco — A nossa missão é a de buscar e dar esperança a pessoas que estiveram envolvidas numa guerra que não é a sua, é uma guerra por interesse político ou interesse económico, pelas economias ilegais, em especial o narcotráfico de cocaína. O que procuramos com este tipo de projetos é dar às pessoas opções alternativas à guerra ou à produção de ilícitos. Porque isso é melhor na vida. Que tenhas a tua casa, a tua família, que produzas o teu cacau ou o teu café, ou simplesmente que tenhas umas galinhas e que contemples o céu.
Estamos convencidos de que a paz não se constrói só com zelo político: queremos a paz também através das ações quotidianas, como retirar as pessoas da guerra. E retirar as pessoas da guerra é exatamente isso: trocar a espingarda pelo cacau, ou pelo café, trocar a granada ou a bomba pelo pão e pelo azeite ou pelo projeto produtivo. Ocupar o corpo e a mente com algo que não seja pensar em esconder-se ou perseguir. Isto é, na prática, o que fazemos, e é o que nos permite — por exemplo, a cooperação europeia ou a cooperação portuguesa — materializar isso. Porque às comunidades o importante é, primeiro, escutá-las, entendê-las e, segundo, dar-lhes ferramentas para que as próprias pessoas se organizem. Há que ter cuidado com a ideia de que eu ou tu chegamos e as vamos organizar, porque isso é ser soberbo e atrevido. A gente é suficientemente inteligente para se organizar. O que é preciso é dar-lhes as condições e as ferramentas para que o possam fazer independentemente. E que definam os seus «comos», que não seja, como às vezes no mundo académico ou no mundo técnico, sermos tentados a dizer «isto deveria ser assim, porque assim funciona, assim é a lei».
Há muito idealismo, mas a prática é sempre diferente: num grupo grande de pessoas há sempre uma grande variedade de pensamentos, filosofias, intenções, interesses. Como é que a Red Adelco chegou à posição que tem atualmente, a partir da qual consegue fazer cooperação com Portugal, com o IMVF, com a UE?
É uma muito boa pergunta, não há um caminho perfeito e cada organização no mundo constrói a sua própria história. Nós somos uma rede de organizações na Colômbia que promovem o desenvolvimento económico e social dos locais e cremos que é através do território que se têm de iniciar as grandes transformações. Hoje temos 17 agências de desenvolvimento associadas, que são parte da nossa estrutura, e o que promovemos é que na Colômbia haja igualdade, justiça social e desenvolvimento económico em cada local, que seja equilibrado, justo e respeitador, e que as condições culturais, sociais e ambientais sejam respeitadas.
A componente ambiental é essencial, afinal de contas estamos na Amazónia…
Sim, estamos na Amazónia, nos Andes, na Orinoquía… somos um dos países mais megadiversos do mundo, somos o quarto país em borboletas, um dos cinco primeiros em mamíferos, estamos dentro dos seis primeiros em aquíferos de água doce, temos todos os tipos de pisos térmicos. Mas às vezes, como colombianos, não entendemos isso. Às vezes tem de vir alguém de fora dizer-nos para reconhecermos: «Ah, sim, isso é nosso.»
Então, como chegámos às condições para a cooperação internacional? Trabalhámos durante muitos anos com os nossos recursos, com o apoio de entidades governamentais, nacionais, locais. E em algum momento, os atores da cooperação internacional convidaram-nos a conversar, a contar-lhes o que fazíamos, como o fazíamos, porque afinal de contas somos o resultado de processos de cooperação internacional impulsionados sob a abordagem liderada pela União Europeia e a partir das abordagens das redes territoriais do PNUD (Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento). Seja a Adelco, seja a maioria das organizações de desenvolvimento económico da América Latina, são sempre o resultado desses dois focos — tropicalizados e, no nosso caso, «colombianizados». Começámos a nossa tarefa nas diversas regiões, no Cauca, em Nariño, em Antioquia, em El Cesar, em Boyacá, em Santander, e a mesma cooperação destes homens e destas mulheres estava a desenvolver algo interessante: queremos ver. Foi quando começaram a existir estas possibilidades, começámos projetos pequenos com Espanha, com a AECID, depois com a ONU, depois com a agência francesa de desenvolvimento, e em 2008 a União Europeia disse que gostava do projeto e que o queria apadrinhar. Desde 2008 temos feito vários projetos de desenvolvimento económico local, de competitividade territorial, de construção de paz. E aí foi quando chegámos ao Fundo Fiduciário da UE para a Colômbia[1], e nos convidaram juntamente com os Estados-membros, sugerindo-nos trabalhar, a partir da Delegação da União Europeia em Bogotá, com dois Estados-membros em particular: Espanha e Portugal.
Os diálogos com cada um têm sido diferentes. Espanha já conhecíamos, já tínhamos trabalhado previamente com eles; com Portugal ainda não, mas tem sido um caminho muito bonito. Comentava esta manhã, numa conversa com a Carolina Quina, Administradora Executiva do IMVF, que Lisboa é agradável, tranquila, e que em Portugal uma pessoa se sente bem. Porque em Espanha a relação é boa, mas é uma relação mais cortante.
Mais cortante?
O espanhol é muito mais cortante, taxativo até. O português é — e isto vai soar muito curioso — muito colombiano.
De que forma?
Sabe escutar. Não julga à primeira, trata de compreender o que há por trás e toma as coisas com calma. Talvez a confiança se tenha construído aí. São processos de confiança. Não é o resultado por resultado, não é cumprir por cumprir para agradar e dizer bem.
Não é só ter números para mostrar à União Europeia.
Os números são importantes, no entanto, não são o mais importante. Se os números não vierem acompanhados de mudança real, de transformações sociais e culturais, então são simplesmente isso: números. Executei, cumpri. Mudou algo? Não, não mudou, segue tudo igual, tirando que cumpri a tarefa.
Com Portugal tem sido — e com o IMVF tem sido, desde que nos conhecemos — assim, um exercício de sentar, de conversar, de construir conjuntamente, de escutar, de respeitar os relacionamentos. E já dentro dos projetos, um exercício de resolver os problemas juntos, não aquelas situações de «este problema resolvemos nós, este resolves tu». Como abordamos as questões para que haja um menor impacto em ambas as partes? E, sobretudo, para que os efeitos colaterais junto das comunidades sejam os menores possíveis. Isso tem sido muito bonito.
Fizemos o «Territórios Sustentáveis para a Paz em Caquetá», um projeto medianamente grande, logo depois fizemos o «Caquetá Eco – Territórios Económica e Ecologicamente Sustentáveis», e agora estamos também num projeto pequeno financiado também pelo Camões I.P. São três projetos, dez anos de história. Dez anos a apoiar o departamento de Caquetá.
Estive a ler o vosso relatório de impacto do projeto: desde as fábricas que foram construídas à mudança da produção de coca para o cacau, para a polpa de fruta, para os óleos naturais. E também a vossa preocupação com o ambiente, com a proteção da Amazónia e dos ecossistemas locais — que, aliás, está no nome do projeto: Caquetá Eco, em que o Eco se refere à Economia e Ecologia. A minha questão, portanto, é como fazer a partir daqui. Sabemos que estas fábricas, estes negócios locais, ao longo do tempo, se tudo correr como previsto, irão expandir-se, e quanto mais crescimento ao longo dos anos, mais difícil é encontrar o equilíbrio com a natureza. Como fazer com que o projeto possa continuar a crescer, mas de forma sustentável? Como incluir mais famílias, que já são centenas de pessoas abrangidas pelo projeto, sem sacrificar a integridade do território?
Bom, essa pode ser uma discussão académica interminável. Mas, na prática, o que acontece é que, como alguém disse, a conservação sem recursos é mera conversa. E onde quero chegar com isto? Ao facto de termos de conciliar o mundo económico com o mundo ambiental, ao facto de que o mundo social e o mundo cultural não terem de estar em conflito permanente, nem nós devemos contribuir para criar esse conflito. Num determinado território, é preciso água, ar, solo, clima; é preciso que me relacione com alguém porque somos sujeitos sociais e culturais; mas tenho de ganhar a vida de alguma forma. Porque, caso contrário, a menos que te dediques a isso, mesmo no turismo vives da paisagem — mas fazes com que a paisagem produza, e és suficientemente hábil para que a paisagem te recompense.
Temos, então, de conciliar os mundos. E ao conciliar os mundos, a economia não é a economia de exploração: não estou a falar de pecuária que desfloresta, nem de óleo de palma, nem de grandes extensões de terra, nem de indústrias extrativas. Estou a falar do cacau que protege o ambiente, do café que protege o ambiente, de que os resíduos desses produtos se transformam em adubos para cuidar da terra; de que, em vez de usar agroquímicos, uso as técnicas das avós ou dos avôs que não usavam produtos químicos; de que já não planto para além dos 30 metros da zona ribeirinha dos rios ou ribeiros, mas respeito essa zona para não afetar o fluxo hídrico; de que separo as mudas e associo o cacau às abelhas, para que as abelhas polinizem — e também me obrigo a não usar agroquímicos, porque, se usar agroquímicos, mato as abelhas.
Assim começo a encontrar soluções que são ambientalmente sustentáveis, mas também economicamente viáveis, e que me permitem dizer: eu planto cacau, tu plantas cacau, como é que tu o fazes? Como é que eu o faço? Como é que nos unimos para que possamos trazer este cacau para esta loja? E isso também cria um laço entre nós, porque gera amizade, porque gera fraternidade, porque nos leva a aprender a discordar e a concordar — e, quando o fazemos em conjunto, já estamos a construir uma comunidade. Com alguns princípios orientadores: cuidar do ambiente, zelar pela saúde do consumidor, zelar pela nossa própria saúde, cuidar do planeta, saber que aquilo que produzimos tem de ser vendido para que eu possa viver. Até mesmo, por senso comum — que é o menos comum dos sentidos —, dizer: «Ah, com o que produzo neste campo também posso alimentar-me», porque não vou vender tudo, pois preciso da minha segurança mental.
Como é que envolvo a minha família neste processo? Como é que evito cair na armadilha de pensar que, se o meu filho ou a minha filha plantarem cacau, estou a praticar exploração infantil ou a permitir o trabalho infantil? Não estou — e certamente aprenderão a fazê-lo quando forem mais velhos, pois terão uma forma de aprender a resolver os seus problemas sem ficarem na situação de «não sei fazer nada». É um pouco nisso que acreditamos: não se vão conseguir resolver as questões ambientais se não se resolverem os meios de produção, e não se podem tornar sustentáveis os meios de produção se as questões ambientais envolvidas não forem sustentáveis.
Uma forma de preservar e construir esse futuro está precisamente nas crianças, nas novas gerações, se continuarem o negócio do cacau e do café quando forem adultas. Essas gerações terão outras ferramentas, novas soluções de crescimento sustentável dos meios de produção, porque puderam ir à escola, ir à universidade, em vez de estarem presas ao conflito. É um processo muito harmonioso. Mas, desde o início do projeto, há cerca de dez anos, a Colômbia passou por diferentes governos onde persiste uma cultura que olha para o território sobretudo como uma fonte de recursos a extrair, e não como um património a conservar. Como é que a Red Adelco navega nesse contexto, protegendo a região, as pessoas e as fábricas?
Bem, o que te posso dizer? A agenda baseia-se em permitir a extração de minerais, para não falar em redundância, terras raras, — agora a agenda é a das terras raras —, ampliar as áreas de produção e as plataformas petrolíferas, de gás, de lítio, de cobre e outras. Então, o que é que nós temos de fazer? Claramente, somos organizações pequenas perante uma máquina poderosa. A forma de resistir não é submetermo-nos a um conflito bélico contra isto, mas sim através de ações afirmativas, demonstrando que o cacau destas senhoras que foram reintegradas, que fizeram parte da guerrilha, que hoje já não fazem parte do conflito armado, mas que são líderes naturais da sua região, é vendido na Europa, é vendido em Portugal, é vendido em Madrid, é vendido na própria Colômbia; que é um produto da paz e um produto de qualidade global que conquistou esse espaço de paz e tem o seu lugar no nosso mundo. É uma mensagem poderosa e bonita.
O que podemos nós fazer? Continuar a apoiar estas mulheres, continuar a organizar os pactos de conservação dos ecossistemas. Será esta a chave da cooperação? Alguém se interessará porque partilhará os mesmos princípios e abordagens; há até setores privados que já perceberam que nem todos os empresários são os lobos e os vilões da situação. Há bons empresários, empresários que ganham dinheiro, mas que são social e ambientalmente responsáveis, e terão interesse em apoiar.
Para terminar, especificamente para ti: gostaria que imaginasses o futuro, daqui a 10, 15, 20 anos, e que pensasses como é que gostarias que as pessoas se lembrassem do projeto Caquetá Eco. Qual gostarias que fosse o legado do projeto para o futuro e a inspiração para outros como ele?
Daqui a 15 anos já terei 60. Quando tiver 60 anos, o que posso dizer sobre isso? Que seria bonito, sabes? Que já se possa ir a essas zonas e poder ver. Talvez não a Betsy e companhia (refere-se à Sandra Gonzalez, conhecida por Betsy, gestora da Asmupropaz e da Coombuvipac; à Yina Bailón da ChocoAmazonic e à Maria Daisy Bermeo da Asmucoca), mas aos jovens e aos seus legados, a fazer coisas ainda melhores do que elas. E estando aqui, porque nós, seres humanos, somos fruto de heranças genéticas e as nossas grandes conquistas foram concebidas há 300 anos. Somos uma sociedade que se baseia no que os nossos antepassados deixaram.
Então, o que seria bom? Que alguém chegasse a Caquetá e pudesse partir de carro, de autocarro ou do que fosse. Nessa altura, a minha filha já terá 27 anos. E poder ir tomar um chocolate quente e sentar-se com elas (as sucessoras das líderes das cooperativas locais, como a ChocoAmazonic) para conversar, e poder ver que os seus filhos ou netos estão a tirar partido de tudo isso. Que estudaram engenharia industrial e chegaram lá, ou gestão, ou contabilidade, ou química. Que essas fábricas, quando a cooperação acabou, não desapareceram, mas, pelo contrário, continuaram, investiram e têm novos clientes. Que possam dizer: «Uau, exportamos para tal lugar.» Abrimos um restaurante em Lisboa, ou fizemos uma parceria com alguém lá; fomos dar uma volta a falar dos Estados Unidos e das vendas, ou fomos dar uma volta ao Brasil.
Que a guerra seja simplesmente uma história. E que o projeto Caquetá Eco fosse apenas o começo. Seria bonito: comecei com projetos como este e agora estamos ainda melhor.
Essa é uma boa reflexão. Uma boa maneira de terminar esta conversa. Muito obrigado, Carlos, pelo teu tempo. Desejo a continuação de muitas novas conquistas para a Red Adelco e para o Caquetá Eco.
Obrigado, foi um prazer.
O projeto “Resiliência climática, conservação e transição energética na porta de ouro da Amazónia”, comumente designado “Caquetá Eco – Territórios Ecológica e Economicamente Sustentáveis”, contribuiu para reduzir os efeitos das mudanças climáticas, preservar a biodiversidade e restaurar os ecossistemas, através do fortalecimento de práticas sustentáveis de produção, energia verde e agregação de valor para empoderamento das comunidades locais. Financiado pelo Camões – Instituto da Cooperação e da Língua, I.P., através do PROGEA – Programa Governação e Ambiente para o Desenvolvimento, teve a duração de 33 meses, de 1 de janeiro de 2024 até 30 de setembro de 2026, tendo sido implementado pelo IMVF em parceria com a Red Nacional de Agencias de Desarrollo Local de Colombia (Red Adelco).
[1] https://ec.europa.eu/commission/presscorner/api/files/document/print/pt/memo_16_4294/MEMO_16_4294_PT.pdf




