Fruta Tropical Justa – Promover as frutas tropicais justas no Ano Europeu para o Desenvolvimento e pós-2015

Portugal, Alemanha, Áustria, Bélgica, Camarões, Colômbia, Equador, França, Hungria, Itália, Letónia, Malta, Polónia, Reino Unido, República Checa, Roménia, São Vicente e Granadinas

Os supermercados e as empresas de frutas são os atores mais poderosos do mercado de fruta tropical. Esta ação aumenta a consciência dos cidadãos e dos consumidores da UE sobre a situação precária dos trabalhadores das plantações e pequenos agricultores que produzem frutas tropicais para o mercado da União Europeia. Em linha com a publicação “Uma Vida Digna para Todos”, a ação mobiliza os cidadãos da União Europeia a consumir produtos justos e tomar medidas para assegurar padrões básicos de vida e trabalho digno para todos, o respeito pelos direitos humanos, relações comerciais mais justas e desenvolvimento sustentável através da melhoria institucional e políticas corporativas a nível da União Europeia e dos seus estados-membros.

Saiba mais em makefruitfair.org/pt-pt/, www.storyofbanana.com/pt, facebook, twitter e YouTube.

BENEFICIÁRIOS:

23 milhões de cidadãos e consumidores europeus (em particular, jovens e mulheres com filhos); 150 ativistas e técnicos de Organizações da Sociedade Civil nos estados-membros da União Europeia; 200 diretores de empresas (membros e sócios de cadeias de supermercados e companhias produtoras de fruta); 1300 decisores políticos da União Europeia e dos estados-membros; 5000 jornalistas.

 

OBJETIVOS:

Geral: contribuir para  políticas europeias de desenvolvimento mais coerentes e sustentáveis, incluindo as políticas dos estados-membros e do setor privado, integrando nas suas práticas,  os direitos humanos, o trabalho digno e o comércio justo, garantindo assim melhores condições de vida e condições de trabalho para os pequenos agricultores e trabalhadores do setor da fruta tropical. A ação contribui para estabelecer a agenda pós-ODM que visa proporcionar uma vida digna para todos até 2030. 

Específico: sensibilizar, até 2018, 23 milhões de consumidores e cidadãos em pelo menos 20 estados-membros sobre as interdependências entre a União Europeia e os países em desenvolvimento que exportam frutas tropicais e mobilizar 200 mil cidadãos para agir e exigir aos decisores políticos e corporativos que assegurem condições de trabalho justas para o setor da fruta tropical.

 

ATIVIDADES:

Resultado Esperado 1: Capacitação – 150 multiplicadores de pelo menos 20 estados-membros formados pela Campanha “Fruta Tropical Justa”  

Atividade 1.1: Organizar duas mesas redondas de um dia (uma em Riga, uma em Estugarda) para pelo menos 20 Organizações da Sociedade Civil (OSC);
A1.2: Desenvolver um currículo formativo;
A1.3: Produzir materiais de formação e diretrizes sobre os temas da campanha;
A1.4: Executar quatro formações a nível da União Europeia de dois dias para técnicos das OSC, multiplicadores e ativistas;
A1.5: Organizar 22 formações nacionais para multiplicadores e ativistas.

 
Resultado Esperado 2: Media – uma forte campanha de comunicação sensibilizou 20 milhões de consumidores e cidadãos europeus sobre os temas abordados pela Campanha “Fruta Tropical Justa”.

A2.1: Organizar uma conferência de imprensa centralizada em Bruxelas no âmbito do Ano Europeu do Desenvolvimento (AED) 2015;
A2.2: Organizar 11 eventos com media (reuniões / conferências / workshops) a nível nacional;
A2.3: Divulgar 64 comunicados de imprensa, incluindo nove sobre questões europeias relacionadas com o tema do projeto;
A2.4: Produzir 18 briefings para a imprensa (em papel) a nível nacional;
A2.5: Organizar entrevistas com a imprensa;
A2.6: Organizar 11 exposições fotográficas;
A2.7: Organizar três viagens de jornalistas de uma semana para 12 jornalistas a países produtores na América Latina e África Subsaariana.

Resultado Esperado 3: Campanha – uma campanha pan-europeia de sensibilização melhorou a compreensão crítica de 3 milhões de consumidores e cidadãos de pelo menos 20 estados-membros sobre temas do desenvolvimento chave nas cadeias de fornecimento de fruta justa e mobilizou 200 mil a agir em prol de condições mais justas no setor da fruta tropical.

A3.1: Adaptar e traduzir o logotipo do projeto;
A3.2: Elaborar cinco estudos de caso sobre as cadeias de valor/atores corporativos/alternativas de comércio justo;
A3.3: Produzir e utilizar ferramentas online para as redes sociais;
A3.4: Produzir e traduzir ferramentas e materiais impressos;
A3.5: Organizar uma petição online centralizada;
A3.6: Organizar pelo menos 12 apelos urgentes para ação;
A3.7: Apresentar o projeto em 91 seminários/palestras para professores, estudantes, conferências, etc.;
A3.8: Organizar 85 stands em feiras, exposições, conferências a nível nacional;
A3.9: Organizar um evento público (Flash Mob) dentro EXPO 2015, em Milão e um stand de informação por 30 dias;
A3.10: Organizar 50 ações públicas durante as comemorações de Dias Internacionais;
A3.11: Organizar seis tours para oradores do Sul;
A3.12: Produzir e divulgar uma curta-metragem para destacar os temas do projeto e do AED 2015;
A3.13: Criar uma plataforma opensource com imagens, histórias para outras OSC, multiplicadores, etc.;
A3.14: Estabelecer um esquema de sub-granting para as OSC.

Resultado Esperado 4: Advocacy – 200 líderes empresariais e 1.300 decisores políticos nos estados-membros e a nível europeu são envolvidos na ação e chamados a agir para assegurar condições justas no setor da fruta tropical.

A4.1: Monitorizar os processos políticos importantes, incluindo o UNGP – United Nations Guiding Principles on Business and Human Rights a nível da União Europeia e dos estados-membros, especialmente através do apoio a pesquisa jurídica;
A4.2: Produzir 10 briefings para eurodeputados e deputados;
A4.3: Acompanhar 119 atividades de advocacy dirigidas a decisores políticos da União Europeia e dos estados-membros;
A4.4: Organizar uma viagem aos Camarões para quatro eurodeputados de diferentes países;
A4.5: Organizar dois seminários de meio-dia em Bruxelas para cerca 20 eurodeputados;
A4.6: Executar 124 discussões bilaterais com os decisores de empresas;
A4.7: Organizar uma conferência de multistakeholders pan-Europeus em Bruxelas para destacar o AED 2015;
A4.8: Organizar dois encontros nacionais multistakeholder para apresentar os resultados da investigação em alemão e italiano;
A4.9: Participar regularmente nas reuniões dos grupos do World Banana Forum (WBF) e na Conferência Global em 2016.

Resultado Esperado 5: Trabalho em rede – uma estrutura sustentável de uma rede pan-europeia de Organizações da Sociedade Civil que cobre pelo menos 20 estados-membros para fazer lobby e campanhas em prol de uma cadeia de fornecimento de fruta tropical mais justa é desenvolvida.

A5.1: Envolver mais membros nas atividades da EUROBAN – European Banana Action Network, especialmente dos novos estados-membros;
A5.2: Configurar uma subseção da EUROBAN no website do projeto;
A5.3: Organizar duas reuniões da EUROBAN por ano;
A5.4: Desenvolver uma estratégia de captação de recursos sustentáveis para garantir a existência da rede EUROBAN depois do fim do projeto;
A5.5: Assegurar a representação da EUROBAN em conferências e reuniões internacionais;
A5.6: Fortalecer a participação da sociedade civil e apoiar os membros da EUROBAN e dos parceiros do Sul para participarem no World Banana Forum (WBF).

Resultado Esperado 6: Gestão de projeto – um sistema para uma eficaz e eficiente implementação, comunicação, visibilidade, monitorização e avaliação do projeto é estabelecido.

A6.1: Organizar um encontro inicial (quatro dias);
A6.2: Organizar quatro reuniões de coordenação e avaliação (Bolonha, Bruxelas, Viena e Berlim);
A6.3: Organizar teleconferências mensais;
A6.4: Assegurar a participação dos técnicos do projeto nas formações e seminários;
A6.5: Implementar três auditorias;
A6.6: Realizar uma avaliação externa final;
A6.7: Participação do coordenador geral nos encontros anuais da União Europeia em Bruxelas e preparação anual de resumos de estudos de caso para a União Europeia;
A6.8: Desenvolver e implementar um plano de visibilidade baseado nas diretrizes de visibilidade da União Europeia.

PARCEIROS: 

Oxfam Deutschland (Alemanha), Asociatia Mai Bine (Roménia) BanaFair e.V. (Alemanha); Banana Link (Reino Unido); Ecumenical Academy Prague (República Checa); Fako Agricultural Workers Union (Camarões); finep (Alemanha); GVC (Itália); Koperattiva Kummerċ Ġust (Malta); Peuples Solidaires (França); Sindicato Nacional de Trabajadores de la Industria Agropecuaria (Colômbia); Stichting Fair Trade Advocacy Office: ftao (Bélgica); Südwind Agentur (Áustria); Unión Regional de Organizaciones Campesinas del Litoral (Equador); Windward Islands Farmers’ Association (São Vicente e Granadinas); Green Liberty (Letónia); Alliance of Associations Polish Green Network (Polónia); Association of Conscious Consumers (TVE) (Hungria)

 

VÍDEOS

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